As Danis tem TPMs notórias. Geralmente a DaniDani e a DaniB tem TPM 'Ira' e eu, TPM 'Sensível', isto é, as Danis ficam mega-irritadas e estouram e eu choro o tempo todo, inclusive durante a propaganda da margarina, do Bradesco Seguros, do Mc' Donalds...
Mas hoje eu percebi que estou total em uma TPM Ira... Assim como a DaniDani semana passada, mas diferente da DaniB que estava numa TPM Sensível. Sendo assim, Tread softly! Porque senão eu berro e mordo! Grrrrr
O pior é que como eu quase nunca tenho esse tipo de TPM, levei um tempo p/ perceber, a DaniDani até me avisou semana passada que estava de TPM e eu pensei pô, sinal que daqui a pouco tb devo estar, mas como não senti vontade de chorar ontem (exceto ouvido "Free Bird", saindo do escritório, mas isso sempre independe da TPM); nem cogitei a TPM, que me fez acordar irritada, muito irritada e com paciência zero.
segunda-feira, abril 02, 2007
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Até quando...?
Hoje é um dia que estou repensando muito a minha vida, repensando nos meus erros do passado e no medo que tenho de cometê-los de novo. Não diria que este medo me impede de continuar vivendo, arriscando e errando, mas tenho tentado muito aprender com o que passou e fazer o que for possível para minimizar as consequencias.
Mas na verdade uma questão que ficou o dia todo na minha cabeça foi: Até quando temos que pagar por erros que cometemos? Ou, mesmo que a situação tenha se mostrado como um acerto e não um erro, Até quando temos que pagar pelas escolhas que fizemos?
Quando era criança, a punição era muito mais simples, um castigo, umas horas pensando, uns dias sem sair pra brincar ou até uns tapinas eram suficientes, a lição era aprendida e a vida continuava!
No meu mundo ideal, mesmo que as pessoas descordem de você, ela simplesmente respeita o seu ponto de vista. Só quero deixar claro que não estou me referindo a uma pessoa ou situação específica, mas vários fatos que vem acontecendo ao longo da minha vida e de outras pessoas também.
Eu sei que é muito difícil atingir este item do meu mundo ideal e tb sei que estou longe da plenitude deste desprendimento, mas garanto que tenho me esforçado muito pra isto.
Mas na verdade uma questão que ficou o dia todo na minha cabeça foi: Até quando temos que pagar por erros que cometemos? Ou, mesmo que a situação tenha se mostrado como um acerto e não um erro, Até quando temos que pagar pelas escolhas que fizemos?
Quando era criança, a punição era muito mais simples, um castigo, umas horas pensando, uns dias sem sair pra brincar ou até uns tapinas eram suficientes, a lição era aprendida e a vida continuava!
No meu mundo ideal, mesmo que as pessoas descordem de você, ela simplesmente respeita o seu ponto de vista. Só quero deixar claro que não estou me referindo a uma pessoa ou situação específica, mas vários fatos que vem acontecendo ao longo da minha vida e de outras pessoas também.
Eu sei que é muito difícil atingir este item do meu mundo ideal e tb sei que estou longe da plenitude deste desprendimento, mas garanto que tenho me esforçado muito pra isto.
segunda-feira, janeiro 29, 2007
Minha lingerie
Apesar de eu ser a Dani mais maníaca, que mulher não se sente pronta para enfrentar o mundo se estiver usando a lingerie adequada?
Uma das Danis, tem um exemplo muito bom! Para enfrentar um desafio profissional muito importante que ela se sentia insegura para encarar, adivinhem qual foi a atitude dela? É óbvio, colocou a sua calcinha de Super-Homem e pronto! Já estava se sentindo forte o suficiente para encarar o cliente e quantos outros fossem necessários... Não faz todo sentido? É claro que sim!
Que mulher não se sente muito melhor quando vai ter a primeira noite com um cara especial e está com uma lingerie legal, ou então que faz o quarto ficar pequeno estreando a lingerie nova, mesmo que tenha sido comprada numa super promoção!
Não importa se você é gorda demais, magra demais, alta demais, baixa demais... quando você se sente bem e bonita (e uma boa lingerie tem o poder de te deixar assim), as pessoas percebem isto! Principalmente se você for vista só de lingerie... ;)
Mas também existe o oposto, temos um caso na Danilândia de uma lingerie amaldiçoada, que fez uma Dani passar por muitos problemas sérios que merecem ser esquecidos e, nestes casos, a solução é procurar um especialista, mesmo que ele venha de muito longe!!!
Então, para os homens que estão lendo este post, mesmo que não entendam, aceitem este fato e valorizem a lingerie de uma mulher, percebam que entre a roupa e a nudez tem algo a mais! É simplesmente maravilhoso o cara que de vez em quando para um segundo só pra te ver usando a sua lingerie!
*Somente para esclarecer, digo que sou a mais maníaca, porque simplesmente sou incapaz de usar uma calcinha e um soutien que não sejam conjuntinho, e não importa que ninguém vá ver, porque EU vejo, EU sei que tem algo errado. E também não adianta fazer uma combinação mais ou menos do tipo uma calcinha branca de algodão e um soutien branco de lycra, não rola! Não consigo, fico o dia todo pensando que tem algo errado! Eu sei que é loucura completa, mas é uma coisa que eu convivo bem! É só comprar sempre conjuntinhos que não tem stress! Aliás, gostaria de deixar meu manifesto de por que não são fabricadas calcinhas engraçadinhas, com desenhos bonitinhos, com um soutien respectivo!!!
Uma das Danis, tem um exemplo muito bom! Para enfrentar um desafio profissional muito importante que ela se sentia insegura para encarar, adivinhem qual foi a atitude dela? É óbvio, colocou a sua calcinha de Super-Homem e pronto! Já estava se sentindo forte o suficiente para encarar o cliente e quantos outros fossem necessários... Não faz todo sentido? É claro que sim!
Que mulher não se sente muito melhor quando vai ter a primeira noite com um cara especial e está com uma lingerie legal, ou então que faz o quarto ficar pequeno estreando a lingerie nova, mesmo que tenha sido comprada numa super promoção!
Não importa se você é gorda demais, magra demais, alta demais, baixa demais... quando você se sente bem e bonita (e uma boa lingerie tem o poder de te deixar assim), as pessoas percebem isto! Principalmente se você for vista só de lingerie... ;)
Mas também existe o oposto, temos um caso na Danilândia de uma lingerie amaldiçoada, que fez uma Dani passar por muitos problemas sérios que merecem ser esquecidos e, nestes casos, a solução é procurar um especialista, mesmo que ele venha de muito longe!!!
Então, para os homens que estão lendo este post, mesmo que não entendam, aceitem este fato e valorizem a lingerie de uma mulher, percebam que entre a roupa e a nudez tem algo a mais! É simplesmente maravilhoso o cara que de vez em quando para um segundo só pra te ver usando a sua lingerie!
*Somente para esclarecer, digo que sou a mais maníaca, porque simplesmente sou incapaz de usar uma calcinha e um soutien que não sejam conjuntinho, e não importa que ninguém vá ver, porque EU vejo, EU sei que tem algo errado. E também não adianta fazer uma combinação mais ou menos do tipo uma calcinha branca de algodão e um soutien branco de lycra, não rola! Não consigo, fico o dia todo pensando que tem algo errado! Eu sei que é loucura completa, mas é uma coisa que eu convivo bem! É só comprar sempre conjuntinhos que não tem stress! Aliás, gostaria de deixar meu manifesto de por que não são fabricadas calcinhas engraçadinhas, com desenhos bonitinhos, com um soutien respectivo!!!
sexta-feira, janeiro 19, 2007
It's not right, but it's ok... pack you bags, leave your keys...
Já comentei que a DaniDani e eu 'dividimos' a mesma empregada? Pois é, empregada é igual aquele super outlet de sapatos, quando você acha uma ótima (como a nossa) você indica! Então, sábado sim, sábado não, a Vera vai na casa da DaniDani, e toda 2a. ela vai na minha.
Aí que minhas correrias antes de viajar já viraram hábito para a Vera, eu aviso que vou viajar (por mais do que um fds) e ela já sabe que vai precisar se programar p/ ir na minha casa no dia anterior, ou no próprio dia se a viagem for de noite... E nós já até temos um "método"! Eu faço uma lista uns 3 dias antes, enquanto ela já compra o que eu preciso do super - isto é, caixas de ziploc de tamanhos variados - na noite anterior separo tudo, preparo todos os ziploc (shampoo, cremes e afins, cada um em um ziploc pequeno, tudo num maior e o maior em um outro maior ainda, especialmente se a viagem for de avião e longa) e finalmente, no dia da viagem ela vai em casa, passa as roupas, tira o que é desnecessário, inclui o que eu esqueci e enfia tudo na mala! Pronto! Super método que eu já passei para a DaniDani afinal, a Vera vai na casa dela esse sábado... e a viagem da DaniDani é no começo da outra semana, timing perfeito!
PS. Eu preciso dizer que amo a Vera - é ela que faz minhas compras (de coisas chatas, tipo OMO) no supermercado, que vai na administração do prédio levar o cheque do condomínio, espera o cara da TV a cabo (ela inclusive liga lá, diz qual é o problema, marca a visita e tudo o mais), compra água, arruma meu armário, arruma as minhas caixas de mudança... Enfim, minha vida seria um caos sem ela.
Aí que minhas correrias antes de viajar já viraram hábito para a Vera, eu aviso que vou viajar (por mais do que um fds) e ela já sabe que vai precisar se programar p/ ir na minha casa no dia anterior, ou no próprio dia se a viagem for de noite... E nós já até temos um "método"! Eu faço uma lista uns 3 dias antes, enquanto ela já compra o que eu preciso do super - isto é, caixas de ziploc de tamanhos variados - na noite anterior separo tudo, preparo todos os ziploc (shampoo, cremes e afins, cada um em um ziploc pequeno, tudo num maior e o maior em um outro maior ainda, especialmente se a viagem for de avião e longa) e finalmente, no dia da viagem ela vai em casa, passa as roupas, tira o que é desnecessário, inclui o que eu esqueci e enfia tudo na mala! Pronto! Super método que eu já passei para a DaniDani afinal, a Vera vai na casa dela esse sábado... e a viagem da DaniDani é no começo da outra semana, timing perfeito!
PS. Eu preciso dizer que amo a Vera - é ela que faz minhas compras (de coisas chatas, tipo OMO) no supermercado, que vai na administração do prédio levar o cheque do condomínio, espera o cara da TV a cabo (ela inclusive liga lá, diz qual é o problema, marca a visita e tudo o mais), compra água, arruma meu armário, arruma as minhas caixas de mudança... Enfim, minha vida seria um caos sem ela.
quarta-feira, janeiro 03, 2007
Efeito Bahia
E em 2007 já podemos dizer que todas as Danis cantam Ivete Sangalo!!! Siiiim, acreditem ou não a Dani Kica, rendida na Bahia, canta:
Festa no gueto,
Pode vir, pode chegar
Misturando o mundo inteiro
Vamos ver no que é que dá
Hoje tem festa no gueto,
Pode vir, pode chegar
Misturando o mundo inteiro
Vamos ver no que é que dá
Tem gente de toda cor
Tem raça de toda fé
Guitarras de rock'n'roll
Batuque de candomblé
Vai lá pra ver
A tribo se balançar
E o chão da terra tremer
Mãe Preta de lá mandou chamar
Avisou, avisou, avisou, avisou...
Que vai rolar a festa
Vai rolar
O povo do gueto
Mandou avisar
E estou de prova: ela ainda canta sorrindo e dançando!!!
É o efeito Bahia, em 2007: as Danis e o Axé!
E feliz ano novo pra todos nós!
Festa no gueto,
Pode vir, pode chegar
Misturando o mundo inteiro
Vamos ver no que é que dá
Hoje tem festa no gueto,
Pode vir, pode chegar
Misturando o mundo inteiro
Vamos ver no que é que dá
Tem gente de toda cor
Tem raça de toda fé
Guitarras de rock'n'roll
Batuque de candomblé
Vai lá pra ver
A tribo se balançar
E o chão da terra tremer
Mãe Preta de lá mandou chamar
Avisou, avisou, avisou, avisou...
Que vai rolar a festa
Vai rolar
O povo do gueto
Mandou avisar
E estou de prova: ela ainda canta sorrindo e dançando!!!
É o efeito Bahia, em 2007: as Danis e o Axé!
E feliz ano novo pra todos nós!
sexta-feira, dezembro 22, 2006
Rápido Retorno ao Retorno de Saturno
A DaniB leu meu post e fez um comentário sobre "sentir medo do Retorno de Saturno" e eu lembrei que de fato nunca pensei no assunto até fazer 29 anos e ler o post que ela escreveu aqui para mim. Acho que desde que li Balzac, com 14 anos, eu sempre estive tão focada ou em morrer aos 27 ou chegar aos 30 e finalmente ser uma balzaquiana que os 29 anos nunca me passaram pela cabeça.
Só que como a Dani que tem realmente curtido o Retorno de Saturno e que está abraçando a vida que tinha planejado, apesar de ainda não ter decidido o que vou ser quando crescer, senti que devia escrever aqui que o mais legal foi a Jornada e pô, algo me diz que realmente vou curtir os próximos 28 anos, enquanto Saturno estiver dando outra volta vou aproveitar para me preparar de novo, porque foi isso que eu fiz, e vou continuar fazendo: Me preparando e curtindo o caminho, mesmo agora, cansada depois de ter trabalhado direto desde ás 8 da manhã até ás 22:30, eu ainda digo que curti, só hoje desde que eu acordei ás 6:30 até agora já deu tempo de rir no messenger, de marcar baladaS para amanhã e sábado, pensar na viagem de Reveillon, ouvir boa música, comer boa comida, andar na rua, ver o Sol e o céu, ver TV, ler a Contigo, ir no supermercado, cozinhar e agora eu ainda consigo escrever. E isso foi tudo em um dia só, deixando tanta coisa de fora, porra, esse ano, os 28 passados e os 100 futuros serão bons. Ótimos.
Só que como a Dani que tem realmente curtido o Retorno de Saturno e que está abraçando a vida que tinha planejado, apesar de ainda não ter decidido o que vou ser quando crescer, senti que devia escrever aqui que o mais legal foi a Jornada e pô, algo me diz que realmente vou curtir os próximos 28 anos, enquanto Saturno estiver dando outra volta vou aproveitar para me preparar de novo, porque foi isso que eu fiz, e vou continuar fazendo: Me preparando e curtindo o caminho, mesmo agora, cansada depois de ter trabalhado direto desde ás 8 da manhã até ás 22:30, eu ainda digo que curti, só hoje desde que eu acordei ás 6:30 até agora já deu tempo de rir no messenger, de marcar baladaS para amanhã e sábado, pensar na viagem de Reveillon, ouvir boa música, comer boa comida, andar na rua, ver o Sol e o céu, ver TV, ler a Contigo, ir no supermercado, cozinhar e agora eu ainda consigo escrever. E isso foi tudo em um dia só, deixando tanta coisa de fora, porra, esse ano, os 28 passados e os 100 futuros serão bons. Ótimos.
quarta-feira, dezembro 20, 2006
Toc Toc - Quem bate? - É Satuuurno....
No meu niver a DaniB fez um post com um pedaço de Vinte e nove do Legião e nesse pedaço, aparece o tal famoso Retorno de Saturno, aí que semana passada eu comentei sobre esse retorno com uma amiga cujo nome começa com 'D', mas não é Dani, e de novo nessa 2a. com a DaniDani.
**Parêntesis: Retorno de Saturno é quando, a cada mais ou menos 28 anos, Saturno dá uma volta completa e volta para o lugar onde ele estava quando você nasceu, e aí que ele chega batendo à porta, cobrando tudo de importante que você deixou de lado, que você esqueceu, que ficou para trás. Cobrando que você viva aquela tal vida que você tinha planejado.
Esse ano, aos Vinte e Nove, a DaniDani, a minha amiga 'D' e eu estamos vivendo nossos Retornos de Saturno. E é engraçado como cada uma anda sentindo isso, a DaniDani diz que já está vivendo a crise dos 30 antecipada e anda repensando suas prioridades, a 'D' largou o emprego e está repensando a vida e eu achava que não tinha sido afetada, mas pensando de novo, algumas atitudes e posturas mudaram bastante, em bem pouco tempo.
Com isso eu chego em algo que conversei com a DaniB no fds, e com o Guss no começo dessa semana, em como o meio afeta, influencia o indivíduo, assim, no mundo que a DaniB freqüenta ás vezes, o normal são os namoros longos, casar cedo, e apesar dela não necessariamente sentir isso, ou mesmo concordar com isso, ela sente que as pessoas à volta dela esperam isso, não dela, mas da vida, entende? No meu meio é o contrário, alguns até namoram há séculos, mas é comum estar solteiro, é comum casar só depois dos 30, o esquisito é casar aos 22.
Agora lembrei que no fds eu comentei que um ano eu passei o reveillon sozinha e que foi jóia, mas a primeira pergunta que me fizeram foi "mas você estava deprê porque tinha terminado um namoro?" Com isso eu sinto necessidade de dizer que as três que estamos vivendo nossos Retornos de Saturno, mesmo solteiras, não estamos preocupadas, nem pensando nisso, nossas questões são bem diferentes e relacionada à profissional, moradia, responsabilidades, definitivamente não relacionamentos.
**Parêntesis: Retorno de Saturno é quando, a cada mais ou menos 28 anos, Saturno dá uma volta completa e volta para o lugar onde ele estava quando você nasceu, e aí que ele chega batendo à porta, cobrando tudo de importante que você deixou de lado, que você esqueceu, que ficou para trás. Cobrando que você viva aquela tal vida que você tinha planejado.
Esse ano, aos Vinte e Nove, a DaniDani, a minha amiga 'D' e eu estamos vivendo nossos Retornos de Saturno. E é engraçado como cada uma anda sentindo isso, a DaniDani diz que já está vivendo a crise dos 30 antecipada e anda repensando suas prioridades, a 'D' largou o emprego e está repensando a vida e eu achava que não tinha sido afetada, mas pensando de novo, algumas atitudes e posturas mudaram bastante, em bem pouco tempo.
Com isso eu chego em algo que conversei com a DaniB no fds, e com o Guss no começo dessa semana, em como o meio afeta, influencia o indivíduo, assim, no mundo que a DaniB freqüenta ás vezes, o normal são os namoros longos, casar cedo, e apesar dela não necessariamente sentir isso, ou mesmo concordar com isso, ela sente que as pessoas à volta dela esperam isso, não dela, mas da vida, entende? No meu meio é o contrário, alguns até namoram há séculos, mas é comum estar solteiro, é comum casar só depois dos 30, o esquisito é casar aos 22.
Agora lembrei que no fds eu comentei que um ano eu passei o reveillon sozinha e que foi jóia, mas a primeira pergunta que me fizeram foi "mas você estava deprê porque tinha terminado um namoro?" Com isso eu sinto necessidade de dizer que as três que estamos vivendo nossos Retornos de Saturno, mesmo solteiras, não estamos preocupadas, nem pensando nisso, nossas questões são bem diferentes e relacionada à profissional, moradia, responsabilidades, definitivamente não relacionamentos.
segunda-feira, dezembro 11, 2006
You don't have a cell phone, a pager, a blackberry, nothing?
Estava com um amigo no telefone agora pouco discutindo um sms a ser enviado e aí eu pensei na questão da 'comunicação moderna'.
Uma das Danis já foi conquistada por sms's, na minha vida é meio recorrente esse papo de moços que ficam com medo de ligar por isso ficam mandando sms. Até trocar de celular eu tinha arquivada uma msg muito importante, pertinente à uma das Danis, que serviria de prova se ocorresse um momento de negação - que ainda bem nunca precisou ser usada, exceto para tiração de barato. Outra Dani define toques fofos para meninos por quem ela está apaixonadinha.
Emails recebidos de moços fofos são devidamente encaminhados para as Danis, entre as Danis. Emails incompreendidos também, especialmente antes de clicar em 'Reply'. Rolam (hoje em dia nem tanto, mas rolavam) vários - e por vários eu quero dizer mais de 30 - emails entre as Danis para resolver 'replies', 'sms', telefonemas, e até conversas online no messenger com meninos.
Eu fico imaginando se Danis Vitorianas se reuniam para decidir como responder cartas românticas... Se Danis das cavernas se reuniam para escolher a melhor estratégia para serem nocauteadas e puxadas pelos cabelos... Acredito que sim.
A diferença hoje é que é tudo muito mais rápido, não só os fatos em si, mas especialmente a comunicação, a Dani já recebeu updates / msg de indignação antes de eu chegar no elevador do saguão do meu prédio, no meio da madrugada.
E apesar de ser a Dani que mais ama 'tecnologia', tem horas que eu admito que ela atrapalha, é tão fácil confundir tudo num mundo onde as pessoas preferem conversar online, por sms, por email do que cara a cara, sem ver a linguagem corporal, sem interlocutor per se. Houve épocas em que eu falava mais com a Lilian, em Búzios, por messenger, do que com o menino que trabalhava na mesa vizinha. Eu falo mais com as Danis, por email, do que com a menina que senta do meu lado. E agora eu tenho email e messenger no meu celular. Necessidade maluca essa de estar 'online'.
O menino do Senegal que estava na Índia comigo, continuou trabalhando (em Boston) por Blackberry! Os lugares mal telefone tinham!
O melhor encontro da minha vida foi um que começou por internet, um sábado á noite, em 2000, eu estava no ICQ, o cara me chamou, começamos a conversar, depois de uma meia hora, sem ver foto nem nada, desistimos de falar online e resolvemos ir jantar juntos, lá pelas 22h nos encontramos no restaurante, conversamos, cara a cara, ao vivo até literalmente fecharem o restaurante e colocarem as chaves dos nossos carros no balcão, ás 3 da manhã. Como a conversa não tinha acabado resolvemos ir p/ outro lugar. Era 7 da manhã e o papo ainda não tinha terminado, teve que ficar para o dia seguinte, e o outro e depois mais outro...
Mensagem de texto, messenger, email, carta, telegrama, scrap, tudo isso deveria facilitar e simplicar a comunicação, mas ás vezes eu sinto que atrapalha, nada como um bom olho no olho.
Uma das Danis já foi conquistada por sms's, na minha vida é meio recorrente esse papo de moços que ficam com medo de ligar por isso ficam mandando sms. Até trocar de celular eu tinha arquivada uma msg muito importante, pertinente à uma das Danis, que serviria de prova se ocorresse um momento de negação - que ainda bem nunca precisou ser usada, exceto para tiração de barato. Outra Dani define toques fofos para meninos por quem ela está apaixonadinha.
Emails recebidos de moços fofos são devidamente encaminhados para as Danis, entre as Danis. Emails incompreendidos também, especialmente antes de clicar em 'Reply'. Rolam (hoje em dia nem tanto, mas rolavam) vários - e por vários eu quero dizer mais de 30 - emails entre as Danis para resolver 'replies', 'sms', telefonemas, e até conversas online no messenger com meninos.
Eu fico imaginando se Danis Vitorianas se reuniam para decidir como responder cartas românticas... Se Danis das cavernas se reuniam para escolher a melhor estratégia para serem nocauteadas e puxadas pelos cabelos... Acredito que sim.
A diferença hoje é que é tudo muito mais rápido, não só os fatos em si, mas especialmente a comunicação, a Dani já recebeu updates / msg de indignação antes de eu chegar no elevador do saguão do meu prédio, no meio da madrugada.
E apesar de ser a Dani que mais ama 'tecnologia', tem horas que eu admito que ela atrapalha, é tão fácil confundir tudo num mundo onde as pessoas preferem conversar online, por sms, por email do que cara a cara, sem ver a linguagem corporal, sem interlocutor per se. Houve épocas em que eu falava mais com a Lilian, em Búzios, por messenger, do que com o menino que trabalhava na mesa vizinha. Eu falo mais com as Danis, por email, do que com a menina que senta do meu lado. E agora eu tenho email e messenger no meu celular. Necessidade maluca essa de estar 'online'.
O menino do Senegal que estava na Índia comigo, continuou trabalhando (em Boston) por Blackberry! Os lugares mal telefone tinham!
O melhor encontro da minha vida foi um que começou por internet, um sábado á noite, em 2000, eu estava no ICQ, o cara me chamou, começamos a conversar, depois de uma meia hora, sem ver foto nem nada, desistimos de falar online e resolvemos ir jantar juntos, lá pelas 22h nos encontramos no restaurante, conversamos, cara a cara, ao vivo até literalmente fecharem o restaurante e colocarem as chaves dos nossos carros no balcão, ás 3 da manhã. Como a conversa não tinha acabado resolvemos ir p/ outro lugar. Era 7 da manhã e o papo ainda não tinha terminado, teve que ficar para o dia seguinte, e o outro e depois mais outro...
Mensagem de texto, messenger, email, carta, telegrama, scrap, tudo isso deveria facilitar e simplicar a comunicação, mas ás vezes eu sinto que atrapalha, nada como um bom olho no olho.
quinta-feira, dezembro 07, 2006
For christssake, how old are you??
Como a DaniB e eu estamos falando tanto em cinema (e eu acabei de receber um email de um amigo com o assunto: ”Da o cú pro cavalo... essa bicha exagerou”), vou juntar dois posts que eu pretendia fazer há tempos... Um para mencionar que eu finalmente consegui assistir Clerks 2 e outro para falar de 'idade estacionária'.
Eu assisti o primeiro Clerks com uns 14 anos de idade e adorei, Chasing Amy é um dos filmes da minha vida - ”I got here on my own terms, and I have no question there was some place I didn't look. And for me that makes all the difference“, amei Dogma e acho até Mall Rats (que fica melhor porque tem a Brenda), e Jersey Girl legais. Então óbvio que Clerks 2 foi tudo.
E em todos esses filmes os adultos são adultescentes, como eu, como meus amigos, síndrome de Peter Pan generalizada, e a DaniDani e eu tivemos esse papo outro dia, sobre em Qual idade você estacionou? Eu estacionei nos 23 anos, a DaniDani também, nos 23, 24 anos, a Lilian que acabou também dando a opinião dela, disse que não estacionou, apesar de ter diminuído a marcha em algumas épocas.
É isso, todo mundo pára, ou pelo menos tenta parar em alguma idade, seja porque está sendo legal, seja porque crescer sempre dá um pouco de medo. Engraçado que voltando da Índia eu comentei com o Guss como foi interessante viajar com pessoas da minha idade mesmo, um pouco mais novas na verdade e como eles pareciam mais adultos, parece que eu sempre me comporto mais 'adolescente' na cia. de pessoas que me conhecem menos. As idades, comportamentos, vidas do pessoal com quem eu viajei foi algo que realmente me fez pensar, durante e depois da viagem.
Houve uma época em que eu me sentia uma pessoa de 40 anos, parecia que eu já tinha visto demais, hoje eu penso que o que eu sentia naquela época era uma coisa meio 'enfastiada', sabe? Eu não estava velha, eu só tinha cansado de 'mais do mesmo'. Hoje eu sinto como se quase tudo tivesse um pouco de gosto de novidade, me sinto com 23 anos, mas com preparo e experiência de uma pessoa de 30 para lidar com as novidades.
Por outro lado, quando eu olho para trás e vejo todas as vidas diferentes que eu já vivi e tantas coisas que eu vi não dá para negar que bate um certo cansaço (não é bem essa a palavra certa, mas não estou encontrando outra melhor nesse momento).
E aí, em qual idade você estacionou?
Eu assisti o primeiro Clerks com uns 14 anos de idade e adorei, Chasing Amy é um dos filmes da minha vida - ”I got here on my own terms, and I have no question there was some place I didn't look. And for me that makes all the difference“, amei Dogma e acho até Mall Rats (que fica melhor porque tem a Brenda), e Jersey Girl legais. Então óbvio que Clerks 2 foi tudo.
E em todos esses filmes os adultos são adultescentes, como eu, como meus amigos, síndrome de Peter Pan generalizada, e a DaniDani e eu tivemos esse papo outro dia, sobre em Qual idade você estacionou? Eu estacionei nos 23 anos, a DaniDani também, nos 23, 24 anos, a Lilian que acabou também dando a opinião dela, disse que não estacionou, apesar de ter diminuído a marcha em algumas épocas.
É isso, todo mundo pára, ou pelo menos tenta parar em alguma idade, seja porque está sendo legal, seja porque crescer sempre dá um pouco de medo. Engraçado que voltando da Índia eu comentei com o Guss como foi interessante viajar com pessoas da minha idade mesmo, um pouco mais novas na verdade e como eles pareciam mais adultos, parece que eu sempre me comporto mais 'adolescente' na cia. de pessoas que me conhecem menos. As idades, comportamentos, vidas do pessoal com quem eu viajei foi algo que realmente me fez pensar, durante e depois da viagem.
Houve uma época em que eu me sentia uma pessoa de 40 anos, parecia que eu já tinha visto demais, hoje eu penso que o que eu sentia naquela época era uma coisa meio 'enfastiada', sabe? Eu não estava velha, eu só tinha cansado de 'mais do mesmo'. Hoje eu sinto como se quase tudo tivesse um pouco de gosto de novidade, me sinto com 23 anos, mas com preparo e experiência de uma pessoa de 30 para lidar com as novidades.
Por outro lado, quando eu olho para trás e vejo todas as vidas diferentes que eu já vivi e tantas coisas que eu vi não dá para negar que bate um certo cansaço (não é bem essa a palavra certa, mas não estou encontrando outra melhor nesse momento).
E aí, em qual idade você estacionou?
quarta-feira, dezembro 06, 2006
No escurinho do cinema...
Ontem foi um dia que eu realmente precisava ficar sozinha, sem nenhum motivo específico, só estava muito cansada para conversar e até mesmo pensar, então decidi fazer algo que há algumas semanas não fazia e que me faz um bem enorme: ir ao cinema sozinha.
Fui ver um filme totalmente light, que não exigia muito da minha inteligência. Era sobre um tema que está na moda, com uma historia padrão e com um final previsível, mas com uma fotografia linda e com vários trechos em francês, ou seja, exatamente o que eu estava procurando.
Esta é a grande magia dos filmes, é um momento que você se envolve tanto em um mundo que não é o seu, que não é o real, que simplesmente se esquece do que está em volta, esquece dos problemas do dia, da hora, de onde está e assisti histórias, tramas, romances, dramas que já podem ter acontecido com você, ou com algum conhecido, ou que talvez nunca vá acontecer, mas é um momento que a sua imaginação pode viajar, totalmente desprendida de regras ou limites.
A sensação que eu tenho quando saio de uma sala de cinema, é que por algumas horas eu saí do meu corpo e estava transitando entre o filme e as minha experiências de vida, por isto saio mais leve, mais tranqüila, as vezes mais triste, mais emocionada, mais apaixonada, mais revoltada e tudo isto sem sair do lugar.
Eu já aprendi várias lições de vida, conheci vários lugares, culturas, línguas, pessoas e muitas outras coisas por uma tela de cinema.
Tem horas na vida que não pode existir companhia melhor do que um filme (e/ou um seriado, no caso das outras Danis).
Fui ver um filme totalmente light, que não exigia muito da minha inteligência. Era sobre um tema que está na moda, com uma historia padrão e com um final previsível, mas com uma fotografia linda e com vários trechos em francês, ou seja, exatamente o que eu estava procurando.
Esta é a grande magia dos filmes, é um momento que você se envolve tanto em um mundo que não é o seu, que não é o real, que simplesmente se esquece do que está em volta, esquece dos problemas do dia, da hora, de onde está e assisti histórias, tramas, romances, dramas que já podem ter acontecido com você, ou com algum conhecido, ou que talvez nunca vá acontecer, mas é um momento que a sua imaginação pode viajar, totalmente desprendida de regras ou limites.
A sensação que eu tenho quando saio de uma sala de cinema, é que por algumas horas eu saí do meu corpo e estava transitando entre o filme e as minha experiências de vida, por isto saio mais leve, mais tranqüila, as vezes mais triste, mais emocionada, mais apaixonada, mais revoltada e tudo isto sem sair do lugar.
Eu já aprendi várias lições de vida, conheci vários lugares, culturas, línguas, pessoas e muitas outras coisas por uma tela de cinema.
Tem horas na vida que não pode existir companhia melhor do que um filme (e/ou um seriado, no caso das outras Danis).
sexta-feira, novembro 17, 2006
Ex é ex! OU Ex é ex?
Eu acho que em algum momento já foi dito na Danilândia que duas da Danis querem mais que seus ex morram sozinhos, pobres e com disfunção erétil, enquanto a outra até quase vai ao casamento do falecido!
Mas exageros a parte, é difícil sair de um relacionamento sem nenhuma marca ou ferida aberta, sem questões ainda a serem resolvidas, e a profundidade destas cicatrizes podem ser tão variáveis, até dentro do próprio casal que não vejo como definir qual a melhor atitude padrão a ser tomada.
Tenho até algumas histórias hilárias de amigas que fizeram vinganças malucas, desde ligar na volta de todas as baladas na casa do cara, a cobrar, como se fosse uma filha pedindo carona pro pai até o cancelamento de cartão de crédito do infeliz.
O que eu me questiono é até que ponto vale a pena continuar com estas questões dentro de você, mantendo contato com a família, ainda recebendo notícias de amigos em comum e até mesmo em contato com o próprio fulano. Eu sei que talvez as Danis não concordem, mas sou muito radical neste ponto, acabou eu sumo!
Nada de telefonemas, e-mails, vasculhar no Orkut, ou seja, não busco mais informação nenhuma, pelo menos até que ele seja totalmente passado pra mim, depois disto eu até aceito receber notícias que chegam até mim, mas não muito mais além disto.
É verdade que os meus ex também não fizeram muita questão de manter contato, aliás o ex-1 até atravessa a rua quando me vê.
Isto de forma nenhuma significa que não ficaram boas recordação, muito pelo contrário! Tenho muitas lembranças maravilhosas, fotos, bilhetes, cartões e milhões de histórias. A minha opção simplesmente é guardar tudo isto na memória e tocar a vida, sem correr o risco de descobrir que eu passei anos da minha vida com um putanheiro ou um mal-caráter, que pode tornar o término ainda mais doloroso do que já é naturalmente.
Mas exageros a parte, é difícil sair de um relacionamento sem nenhuma marca ou ferida aberta, sem questões ainda a serem resolvidas, e a profundidade destas cicatrizes podem ser tão variáveis, até dentro do próprio casal que não vejo como definir qual a melhor atitude padrão a ser tomada.
Tenho até algumas histórias hilárias de amigas que fizeram vinganças malucas, desde ligar na volta de todas as baladas na casa do cara, a cobrar, como se fosse uma filha pedindo carona pro pai até o cancelamento de cartão de crédito do infeliz.
O que eu me questiono é até que ponto vale a pena continuar com estas questões dentro de você, mantendo contato com a família, ainda recebendo notícias de amigos em comum e até mesmo em contato com o próprio fulano. Eu sei que talvez as Danis não concordem, mas sou muito radical neste ponto, acabou eu sumo!
Nada de telefonemas, e-mails, vasculhar no Orkut, ou seja, não busco mais informação nenhuma, pelo menos até que ele seja totalmente passado pra mim, depois disto eu até aceito receber notícias que chegam até mim, mas não muito mais além disto.
É verdade que os meus ex também não fizeram muita questão de manter contato, aliás o ex-1 até atravessa a rua quando me vê.
Isto de forma nenhuma significa que não ficaram boas recordação, muito pelo contrário! Tenho muitas lembranças maravilhosas, fotos, bilhetes, cartões e milhões de histórias. A minha opção simplesmente é guardar tudo isto na memória e tocar a vida, sem correr o risco de descobrir que eu passei anos da minha vida com um putanheiro ou um mal-caráter, que pode tornar o término ainda mais doloroso do que já é naturalmente.
terça-feira, novembro 14, 2006
Sometimes you just need to feel the weight of a man on top of you
Outro dia a DaniB falou sobre como às vezes, a liberdade é quem nos faz carinho, mas nem sempre é assim, tem dias que você realmente precisa de carinho de fato, 'do peso de um homem em cima de você'. E na verdade, essa 'necessidade' é bastante relativa, tem gente que precisa com maior freqüência, tem gente que com menor.
Tem gente que realmente gosta de estar vivendo um relacionamento, gente que se sente carente mais rápido que outras pessoas. E assim, a Danilândia em geral não sente essa necessidade muito rápido, sabe? A gente entende perfeitamente que outras sintam, mas nós realmente somos adeptas do "antes só do que mal acompanhada". Cada um cada um.
E tanto nós entendemos e aceitamos que quando uma de nossas amigas pensa em talvez, quem sabe, de repente, voltar para o ex nada a ver, que nós detestamos sem nem tentar esconder: Força Tarefa Danilândia!! Todas as Danis juntam as cabecinhas para encontrar candidatos ao posto de sortudo que está com uma amiga das Danis - Inscrições aqui mesmo.
Porque assim, nós nos preocupamos muito com nossos umbigos, bastante mesmo, especialmente no que se refere à relacionamentos, e essa preocupação se reflete das formas mais diferentes, desde nossa capacidade de passar horas e horas discutindo "o que ele quis dizer?" até em colocar nossas próprias vidas 'amorosas' de lado por um tempo para nos preocuparmos com a vida amorosa das nossas amigas!
Não entendeu? As pessoas com quem nossas amigas se relacionam afetam nossa vida, profundamente, desde a freqüência com a qual nós podemos sair juntas, até os tipos de programas que vamos fazer (não é todo namorado que libera a namorada p/ ir conosco ao Clube das Mulheres) e inclusive os horários que vamos poder nos ver e nos falar! Por isso, nos preocuparmos com quem nossas amigas saem, é meio que 50% amor e preocupação com o bem estar e felicidade delas, e 50% preocupação com o nosso próprio bem-estar e e felicidade!
Tem gente que realmente gosta de estar vivendo um relacionamento, gente que se sente carente mais rápido que outras pessoas. E assim, a Danilândia em geral não sente essa necessidade muito rápido, sabe? A gente entende perfeitamente que outras sintam, mas nós realmente somos adeptas do "antes só do que mal acompanhada". Cada um cada um.
E tanto nós entendemos e aceitamos que quando uma de nossas amigas pensa em talvez, quem sabe, de repente, voltar para o ex nada a ver, que nós detestamos sem nem tentar esconder: Força Tarefa Danilândia!! Todas as Danis juntam as cabecinhas para encontrar candidatos ao posto de sortudo que está com uma amiga das Danis - Inscrições aqui mesmo.
Porque assim, nós nos preocupamos muito com nossos umbigos, bastante mesmo, especialmente no que se refere à relacionamentos, e essa preocupação se reflete das formas mais diferentes, desde nossa capacidade de passar horas e horas discutindo "o que ele quis dizer?" até em colocar nossas próprias vidas 'amorosas' de lado por um tempo para nos preocuparmos com a vida amorosa das nossas amigas!
Não entendeu? As pessoas com quem nossas amigas se relacionam afetam nossa vida, profundamente, desde a freqüência com a qual nós podemos sair juntas, até os tipos de programas que vamos fazer (não é todo namorado que libera a namorada p/ ir conosco ao Clube das Mulheres) e inclusive os horários que vamos poder nos ver e nos falar! Por isso, nos preocuparmos com quem nossas amigas saem, é meio que 50% amor e preocupação com o bem estar e felicidade delas, e 50% preocupação com o nosso próprio bem-estar e e felicidade!
segunda-feira, novembro 06, 2006
Let the music take your mind, Just release and you will find... I love it when we're cruisin' together...
Needless to say, as Danis amam viajar! A DaniDani inclusive fez um 'Top 5 Viajar' no meu blog esse fds!
Minha mãe costuma dizer que eu tenho fogo no rabo, meu pai que tenho rodinhas nos pés, não tenho certeza de o que os pais das Danis dizem para elas, mas aposto que é na mesma linha, porque pra quem olha de fora, nós temos mesmo fogo no rabo e rodinhas nos pés. Veja bem, "pra quem olha de fora", porque para nós, que vivemos aqui dentro, falta viajar ainda muito mais. ... Há tanta vida lá fora...
Mas esse post é para comentar quantas viagens as Danis fizeram nesses 18 meses passados, teve post do Canadá, do México, de Buenos Aires, além das viagens nacionais mesmo... É a Danilândia rodando o mundo. E falando em rodar o mundo, a DaniDani comentou sobre como ama a idéia de 'mochilar', eu também, e a DaniB também, com certeza.
Sabe, há algo de muito especial em se perder no mundo, aproveitando para se encontrar no meio do caminho, por um lado eu acredito que há uma 'janela de oportunidade' para fazer isso, digo, em termos de idade mesmo, essa minha viagem agora eu não fiz de mochilão, fui de mala de rodinha mesmo, e garanto que foi uma decisão difícil e dolorida, mas de fato, fez muito mais sentido do que tirar minha mochila de 75 litros do armário. Por outro, eu sei que idade está na cabeça, não no RG.
E mochileiros de coração nunca deixam de sê-lo, e sim, os mochileiros que eu encontrei pelo caminho sabiam que eu também era como eles, e como sempre, em 30 segundos estávamos conversando e trocando idéias e informações. Por isso, Tia, no dia que você decidir colocar a mochila nas costas, pode contar comigo e eu sei que você vai tirar isso de letra.
Enfim, além de constatar por quantos lugares a Danilândia passou recentemente, o importante que eu queria dizer é: As Danis precisam fazer uma mega viagem internacional juntas, ASAP!
Aproveitando, para dizer que esse é um post 'Indiano', vou deixar uma fotinho da minha viagem.
Minha mãe costuma dizer que eu tenho fogo no rabo, meu pai que tenho rodinhas nos pés, não tenho certeza de o que os pais das Danis dizem para elas, mas aposto que é na mesma linha, porque pra quem olha de fora, nós temos mesmo fogo no rabo e rodinhas nos pés. Veja bem, "pra quem olha de fora", porque para nós, que vivemos aqui dentro, falta viajar ainda muito mais. ... Há tanta vida lá fora...
Mas esse post é para comentar quantas viagens as Danis fizeram nesses 18 meses passados, teve post do Canadá, do México, de Buenos Aires, além das viagens nacionais mesmo... É a Danilândia rodando o mundo. E falando em rodar o mundo, a DaniDani comentou sobre como ama a idéia de 'mochilar', eu também, e a DaniB também, com certeza.
Sabe, há algo de muito especial em se perder no mundo, aproveitando para se encontrar no meio do caminho, por um lado eu acredito que há uma 'janela de oportunidade' para fazer isso, digo, em termos de idade mesmo, essa minha viagem agora eu não fiz de mochilão, fui de mala de rodinha mesmo, e garanto que foi uma decisão difícil e dolorida, mas de fato, fez muito mais sentido do que tirar minha mochila de 75 litros do armário. Por outro, eu sei que idade está na cabeça, não no RG.
E mochileiros de coração nunca deixam de sê-lo, e sim, os mochileiros que eu encontrei pelo caminho sabiam que eu também era como eles, e como sempre, em 30 segundos estávamos conversando e trocando idéias e informações. Por isso, Tia, no dia que você decidir colocar a mochila nas costas, pode contar comigo e eu sei que você vai tirar isso de letra.
Enfim, além de constatar por quantos lugares a Danilândia passou recentemente, o importante que eu queria dizer é: As Danis precisam fazer uma mega viagem internacional juntas, ASAP!
Aproveitando, para dizer que esse é um post 'Indiano', vou deixar uma fotinho da minha viagem.
segunda-feira, outubro 30, 2006
A liberdade é quem me faz carinho
Em um dos novos CDs da Marisa Monte, o chamado Universo ao meu redor, que é simplesmente maravilhoso (sim, eu sou totalmente fã dela), ela re-gravou uma música que se chama "Satisfeito".
Esta música foi feita em resposta àquela que diz "...É impossível ser feliz sozinho..." e descreve como o fim de uma relação pode ter bom resultado na sua vida, como você pode perder o medo de simplesmente deixar acontecer. Pois, assim como temos ressalvas de nos abrir para um novo amor, existe uma série de preocupações em deixar a pessoa que um dia já foi a amada. Quem nunca se perguntou como vai se ficar solteiro de novo?
O que eu entendo e vejo a cada dia é que o mais importante é você conseguir ser feliz consiga mesma, se respeitar, se conhecer e se valorizar antes de se abrir à alguém.
Afinal, como podemos ser felizes com alguém se a relação mais importante da nossa vida, que é com a gente mesma, não está bem resolvida?
“Você me deixou satisfeito
Nunca vi deixar alguém assim
Você me livrou do preconceito de partir
Agora me sinto feliz aqui
Quem foi que disse que é impossível ser feliz sozinho?
Vivo tranqüilo
A liberdade é quem me faz carinho
No meu caminho, não tem pedras nem espinhos
Eu durmo sereno e acordo com o cantos dos passarinhos”
Ah! Este post foi feito em homenagem a uma amiga que apesar de não ser Dani, é muito especial e querida pela Danilandia.
Esta música foi feita em resposta àquela que diz "...É impossível ser feliz sozinho..." e descreve como o fim de uma relação pode ter bom resultado na sua vida, como você pode perder o medo de simplesmente deixar acontecer. Pois, assim como temos ressalvas de nos abrir para um novo amor, existe uma série de preocupações em deixar a pessoa que um dia já foi a amada. Quem nunca se perguntou como vai se ficar solteiro de novo?
O que eu entendo e vejo a cada dia é que o mais importante é você conseguir ser feliz consiga mesma, se respeitar, se conhecer e se valorizar antes de se abrir à alguém.
Afinal, como podemos ser felizes com alguém se a relação mais importante da nossa vida, que é com a gente mesma, não está bem resolvida?
“Você me deixou satisfeito
Nunca vi deixar alguém assim
Você me livrou do preconceito de partir
Agora me sinto feliz aqui
Quem foi que disse que é impossível ser feliz sozinho?
Vivo tranqüilo
A liberdade é quem me faz carinho
No meu caminho, não tem pedras nem espinhos
Eu durmo sereno e acordo com o cantos dos passarinhos”
Ah! Este post foi feito em homenagem a uma amiga que apesar de não ser Dani, é muito especial e querida pela Danilandia.
terça-feira, outubro 24, 2006
Hoje vai ter uma festa!
Como a Dani que mais escreve neste blog está atualmente indisponível para isto, este post está um pouco atrasado. Na verdade, o título não está totalmente correto, deveria ser “dia 19 de outubro de 06 teve uma festa”!.
Pois é, umas das ilustres membros deste mundo de Danis completou mais um ano de vida (agora está cada vez mais perto dos 25...)!
Uma pessoa única e como ela costuma dizer, um daqueles personagens de história em quadrinhos que insiste em habitar o nosso mundo, autentica, sincera, direta, companheira (companheiro vem...), divertidíssima, sempre disposta a te ouvir, te ajudar mesmo que isto leve duas horas de conversa, e, afinal, quem não gostaria de ter no seu mundo uma psicóloga, né!?!
Apesar de pouco tempo de convivência (em comparação com a outra Dani), já temos muuuitas histórias juntas, algumas que até podemos contar aqui, outras que a gente só relembra escondidas do resto do mundo; e tenho certeza que muitas outras ainda acontecerão e que quando formos te visitar em New York, ficaremos horas rindo de tudo que já passamos!
DaniDani ou Eco, nós da Danilandia te desejamos toda a felicidade e sucesso do mundo! E pra vc, uma homenagem Trash80:
“Hoje vai ter uma festa
Bolo e guaraná
Muito doce pra você...
Parabéns
Parabéns
Hoje é o seu dia
Que dia mais feliz”
Amo vocês!
Pois é, umas das ilustres membros deste mundo de Danis completou mais um ano de vida (agora está cada vez mais perto dos 25...)!
Uma pessoa única e como ela costuma dizer, um daqueles personagens de história em quadrinhos que insiste em habitar o nosso mundo, autentica, sincera, direta, companheira (companheiro vem...), divertidíssima, sempre disposta a te ouvir, te ajudar mesmo que isto leve duas horas de conversa, e, afinal, quem não gostaria de ter no seu mundo uma psicóloga, né!?!
Apesar de pouco tempo de convivência (em comparação com a outra Dani), já temos muuuitas histórias juntas, algumas que até podemos contar aqui, outras que a gente só relembra escondidas do resto do mundo; e tenho certeza que muitas outras ainda acontecerão e que quando formos te visitar em New York, ficaremos horas rindo de tudo que já passamos!
DaniDani ou Eco, nós da Danilandia te desejamos toda a felicidade e sucesso do mundo! E pra vc, uma homenagem Trash80:
“Hoje vai ter uma festa
Bolo e guaraná
Muito doce pra você...
Parabéns
Parabéns
Hoje é o seu dia
Que dia mais feliz”
Amo vocês!
terça-feira, outubro 17, 2006
Boa Viagem!
Como a maioria do leitores deste blog já devem saber, a nossa ilustre membro da Danilandia, a Dani Kika amanhã partirá para uma viagem que tem potencial para ser a melhor da sua vida ou então o maior fiasco!!!
Particularmente, acredito que vai ser maravilhoso! Que vai valer a pena cada centavo investido!
Vamos combinar que não é tão comum imaginar uma Dani na Índia, fazendo ecoturismo e andando de elefante! Mas esta corajosa Dani está indo sem medo de ser feliz (mas coberta até o pescoço) para conhecer mais este país.
O motivo da viagem, as circunstancias, os acompanhantes, os planos e todos os outros detalhes, vou deixar que ela mesma conte!
Minha querida amiga, este post é só para te desejar uma excelente viagem! Aproveita muito, faz tudo que vc tem direito, leva o juízo na mala, caso vc precise em algum momento e volta logo, cheia de novidades, fotos e histórias pra contar!!! Nem pense em arranjar um indiano e ficar por lá...
Ahh!!! E não esquece do trazer na mala o macaquinho que bate carteira e a cobra que dança!!!
Já estamos com saudades...
Particularmente, acredito que vai ser maravilhoso! Que vai valer a pena cada centavo investido!
Vamos combinar que não é tão comum imaginar uma Dani na Índia, fazendo ecoturismo e andando de elefante! Mas esta corajosa Dani está indo sem medo de ser feliz (mas coberta até o pescoço) para conhecer mais este país.
O motivo da viagem, as circunstancias, os acompanhantes, os planos e todos os outros detalhes, vou deixar que ela mesma conte!
Minha querida amiga, este post é só para te desejar uma excelente viagem! Aproveita muito, faz tudo que vc tem direito, leva o juízo na mala, caso vc precise em algum momento e volta logo, cheia de novidades, fotos e histórias pra contar!!! Nem pense em arranjar um indiano e ficar por lá...
Ahh!!! E não esquece do trazer na mala o macaquinho que bate carteira e a cobra que dança!!!
Já estamos com saudades...
sexta-feira, outubro 06, 2006
What'do you mean? You are breaking up with me?!? I'm breaking up with you first!!
Ontem a DaniDani e DaniEu estávamos no telefone falando de (adivinha biduzão): Relacionamentos!
E assim, relationships are hard, but breaking up is even harder. A DaniDani costuma adotar a técnica do 'devagar e sempre', ela vai sumindo, sumindo... Primeiro pára de ligar, aí pára de retornar as ligações até que finalmente pára de atender o telefone. A DaniEu é a favor do 'arranca o band-aid' (em todas as situações, não só em términos de relacionamento). Eu aviso (ou não) que não tá legal, se não melhorar e eu cansar, sento, explico que não dá e por que e pronto, it's over, vamos ser amigos (se a pessoa quiser).
Um dos comentários que nós fizemos foi como mesmo quando eu entrei com a bunda, fui eu que entrei com o pé. Assim, todas as vezes que eu entrei com a bunda (duas vezes) fui eu que puxei o assunto, do tipo "mmm, acho que você não está feliz, né"
Outro foi como é difícil ver os homens terminando, eles geralmente vão sendo cada vez mais descaradamente canalhas até que a mulher cansa e vai embora. É um método, não dá para condenar. Mas que dá um ódio enorme isso dá. Não que simplesmente morrer e sumir não crie ódio também, não dá para escolher o pior e o menos pior. Um relacionamento que acaba é sempre ruim, é sempre triste, mesmo quando é um alívio ainda é ruim, porque mesmo que você sinta alívio ainda dá aquele gosto ruim na boca de "putz, porque eu fiquei tanto tempo nesse relacionamento?"
O principal é que ninguém entra num relacionamento pensando como e quando vai acabar, todo mundo entra achando que talvez, quem sabe, dure bastante e seja sempre a lua-de-mel que é no começo, apesar de saber que provavelmente não será. Ninguém casa pensando no divórcio - apesar que a única coisa que me faz pensar em casar no papel é a partilha.
Enfim, relationships are hard, but break-ups are even harder.
E assim, relationships are hard, but breaking up is even harder. A DaniDani costuma adotar a técnica do 'devagar e sempre', ela vai sumindo, sumindo... Primeiro pára de ligar, aí pára de retornar as ligações até que finalmente pára de atender o telefone. A DaniEu é a favor do 'arranca o band-aid' (em todas as situações, não só em términos de relacionamento). Eu aviso (ou não) que não tá legal, se não melhorar e eu cansar, sento, explico que não dá e por que e pronto, it's over, vamos ser amigos (se a pessoa quiser).
Um dos comentários que nós fizemos foi como mesmo quando eu entrei com a bunda, fui eu que entrei com o pé. Assim, todas as vezes que eu entrei com a bunda (duas vezes) fui eu que puxei o assunto, do tipo "mmm, acho que você não está feliz, né"
Outro foi como é difícil ver os homens terminando, eles geralmente vão sendo cada vez mais descaradamente canalhas até que a mulher cansa e vai embora. É um método, não dá para condenar. Mas que dá um ódio enorme isso dá. Não que simplesmente morrer e sumir não crie ódio também, não dá para escolher o pior e o menos pior. Um relacionamento que acaba é sempre ruim, é sempre triste, mesmo quando é um alívio ainda é ruim, porque mesmo que você sinta alívio ainda dá aquele gosto ruim na boca de "putz, porque eu fiquei tanto tempo nesse relacionamento?"
O principal é que ninguém entra num relacionamento pensando como e quando vai acabar, todo mundo entra achando que talvez, quem sabe, dure bastante e seja sempre a lua-de-mel que é no começo, apesar de saber que provavelmente não será. Ninguém casa pensando no divórcio - apesar que a única coisa que me faz pensar em casar no papel é a partilha.
Enfim, relationships are hard, but break-ups are even harder.
terça-feira, outubro 03, 2006
Onde acabam os "high standards" e começa o medo de se machucar, o bloqueio emocional?
Segunda a DaniDani e a DaniEu sentamos para conversar, bater papo, dar risada, desopilar, desestressar. E é óbvio que a conversa em determinado momento desviou para os relacionamentos (ou a falta de relacionamentos "românticos" de verdade em nossa vida).
E nós fizemos a conta de quanto tempo faz que nós realmente nos empolgamos com algum moço. Considerando como faz bastante tempo para as duas, a pergunta que ficou foi aquela lá do título.
De certa forma, parece que essa é a questão do momento. A gente até racionaliza, concluindo que os homens que são mais ou menos nosso target estão ou casados ou em algum relacionamento sério com uma mulher que não é uma de nós. Os que sobraram têm problema. E o problema é geralmente que eles são putanheiros e nada é mais assustador que isso; imagina você, passou um tempão com uma pessoa, acha que a conhece e tal, e aí um dia, de repente, sem aviso, BUM, você descobre que essa pessoa tem toda uma vida que você desconhecia! E o pior, essa vida é de putanheiro!! Pavor total. Fora esses homens só sobraram os meninotes, que eu adoro, mas vamos combinar, não há futuro; os cara que são out of our league, tipo o VP da empresa que além de casado tem um salário de uns R$ 30 mil e dirige um carro que a gente nem sabe o nome de tão além que ele está; e finalmente, os caras que não moram aqui (por aqui entenda-se Brasil) - o recorrente problema de localização geográfica.
Mas essa racionalização não resolve, porque o fato é, nós somos pessoas legais, inteligentes, divertidas e, com a iluminação correta, bem bonitinhas, e sozinhas. Os caras ou são pouco demais e logo se sentem ameaçados por nós (que come on! somos nada assustadoras!) ou... A gente deve estar criando algum bloqueio! Algum impedimento! Something, you know?
Eu costumo dizer que tenho medo de compromisso, mas não é por aí, a questão é que eu tenho medo de me comprometer com a pessoa errada, porque as Danis não são pessoas de meio termo; eu não sou uma pessoa de meio termo, ou eu entro pra valer, de cabeça, sem questionar a profundidade. Ou não. Quando a gente gosta até diarréia fica bonitinha, até a calça de moletom e a camisa polo abotoada a gente aceita sem reclamar.
E nisso eu vejo uma luz, o que rola é que agora, mais do que nunca, the stakes are way too high, a gente sabe o que é estar apaixonada mesmo, de verdade, do tipo de aceitar casar em uma semana, e não estamos muito dispostas a aceitar menos do que já sabemos que é possível, do que já constatamos que existe. O que fode é que hoje a gente já não consegue mais se apaixonar pelo zé da esquina. Tem coisa demais em jogo, porque assim, nossa vida é boa, então para sair do bom tem que obrigatoriamente ser para ir para o melhor ainda.
A solução? A DaniDani quer filhos que falem Inglês na rua, eu prefiro que eles falem Francês. E com isso em mente a DaniDani marca almoço para discutir plano de carreira e eu já vou treinando para fazer meu mestrado em Sorbonne.
E nós fizemos a conta de quanto tempo faz que nós realmente nos empolgamos com algum moço. Considerando como faz bastante tempo para as duas, a pergunta que ficou foi aquela lá do título.
De certa forma, parece que essa é a questão do momento. A gente até racionaliza, concluindo que os homens que são mais ou menos nosso target estão ou casados ou em algum relacionamento sério com uma mulher que não é uma de nós. Os que sobraram têm problema. E o problema é geralmente que eles são putanheiros e nada é mais assustador que isso; imagina você, passou um tempão com uma pessoa, acha que a conhece e tal, e aí um dia, de repente, sem aviso, BUM, você descobre que essa pessoa tem toda uma vida que você desconhecia! E o pior, essa vida é de putanheiro!! Pavor total. Fora esses homens só sobraram os meninotes, que eu adoro, mas vamos combinar, não há futuro; os cara que são out of our league, tipo o VP da empresa que além de casado tem um salário de uns R$ 30 mil e dirige um carro que a gente nem sabe o nome de tão além que ele está; e finalmente, os caras que não moram aqui (por aqui entenda-se Brasil) - o recorrente problema de localização geográfica.
Mas essa racionalização não resolve, porque o fato é, nós somos pessoas legais, inteligentes, divertidas e, com a iluminação correta, bem bonitinhas, e sozinhas. Os caras ou são pouco demais e logo se sentem ameaçados por nós (que come on! somos nada assustadoras!) ou... A gente deve estar criando algum bloqueio! Algum impedimento! Something, you know?
Eu costumo dizer que tenho medo de compromisso, mas não é por aí, a questão é que eu tenho medo de me comprometer com a pessoa errada, porque as Danis não são pessoas de meio termo; eu não sou uma pessoa de meio termo, ou eu entro pra valer, de cabeça, sem questionar a profundidade. Ou não. Quando a gente gosta até diarréia fica bonitinha, até a calça de moletom e a camisa polo abotoada a gente aceita sem reclamar.
E nisso eu vejo uma luz, o que rola é que agora, mais do que nunca, the stakes are way too high, a gente sabe o que é estar apaixonada mesmo, de verdade, do tipo de aceitar casar em uma semana, e não estamos muito dispostas a aceitar menos do que já sabemos que é possível, do que já constatamos que existe. O que fode é que hoje a gente já não consegue mais se apaixonar pelo zé da esquina. Tem coisa demais em jogo, porque assim, nossa vida é boa, então para sair do bom tem que obrigatoriamente ser para ir para o melhor ainda.
A solução? A DaniDani quer filhos que falem Inglês na rua, eu prefiro que eles falem Francês. E com isso em mente a DaniDani marca almoço para discutir plano de carreira e eu já vou treinando para fazer meu mestrado em Sorbonne.
sexta-feira, setembro 29, 2006
"Share a toothbrush, you're my kind of man..."
Ontem eu comentei com a Dani como tudo é uma questão de 'timing', ela meio que discordou.
Outro dia a Dani comentou comigo como é claro na cabeça dela que se ela morasse sozinha ela já estaria morando junto com o moço que é novo na Danilândia (se você considerar 6 meses - better yet - 5 meses e meio, novidade).
Ontem ela também aproveitou outro assunto e perguntou sobre um moço que sumiu da Danilândia há meses, eu comentei que lembrava que ele me ligou há um tempo me convidando para a festa de aniversário dele, quando parei para pensar, o que para mim é "há um tempo (em tom de faz muuuuito tempo)" foi semana passada.
A outra Dani, quando eu comentei que convidei (sem querer) um menino de muito tempo atrás para uma festa, me fez jurar que eu não faria qualquer coisa com ele, se propondo inclusive a ir na festa que ela definitivamente odiaria para me vigiar. E só sossegou quando soube que teria outra pessoa para me vigiar.
E a Dani um dia me disse que a minha cabeça é uma geladeira auto-limpante porque os caras pisam na bola mas eu logo esqueço e fico só com as lembranças boas e legais.
Eu estou me esforçando para ser uma pessoa com memória mais acurada. E quando o menino do ano passado olha feio para o menino atual e depois me liga para dizer que se arrependeu de ter sumido, mas que só sumiu porque tinha acabado de sair de um casamento e nós éramos muito certos então ele não conseguiu lidar com isso, eu respondo: "águas passadas não movem moinho, me esquece". E quando o menino de quase 2 anos atrás me pede uma carona cheia de más intenções eu respondo que "não vai rolar. (ponto)". Mas a real é que para as Danis eu posso dizer que "pô, pensando agora, até que foi tão legal ter saído com ele..." - prometendo em seguida que não vou voltar atrás!
É para isso que as amigas servem também... Refrescar sua memória... Mantê-la no caminho dos bons...
PS. AmigOs também servem para refrescar a memória, 6a. passada eu estava na mesa comentando que os dois menores pintos da minha vida foram de moços mexicanos, mas o meu amigO lembrou na mesma hora que não é assim, um foi italiano, o outro é que é foi mexicano.
Outro dia a Dani comentou comigo como é claro na cabeça dela que se ela morasse sozinha ela já estaria morando junto com o moço que é novo na Danilândia (se você considerar 6 meses - better yet - 5 meses e meio, novidade).
Ontem ela também aproveitou outro assunto e perguntou sobre um moço que sumiu da Danilândia há meses, eu comentei que lembrava que ele me ligou há um tempo me convidando para a festa de aniversário dele, quando parei para pensar, o que para mim é "há um tempo (em tom de faz muuuuito tempo)" foi semana passada.
A outra Dani, quando eu comentei que convidei (sem querer) um menino de muito tempo atrás para uma festa, me fez jurar que eu não faria qualquer coisa com ele, se propondo inclusive a ir na festa que ela definitivamente odiaria para me vigiar. E só sossegou quando soube que teria outra pessoa para me vigiar.
E a Dani um dia me disse que a minha cabeça é uma geladeira auto-limpante porque os caras pisam na bola mas eu logo esqueço e fico só com as lembranças boas e legais.
Eu estou me esforçando para ser uma pessoa com memória mais acurada. E quando o menino do ano passado olha feio para o menino atual e depois me liga para dizer que se arrependeu de ter sumido, mas que só sumiu porque tinha acabado de sair de um casamento e nós éramos muito certos então ele não conseguiu lidar com isso, eu respondo: "águas passadas não movem moinho, me esquece". E quando o menino de quase 2 anos atrás me pede uma carona cheia de más intenções eu respondo que "não vai rolar. (ponto)". Mas a real é que para as Danis eu posso dizer que "pô, pensando agora, até que foi tão legal ter saído com ele..." - prometendo em seguida que não vou voltar atrás!
É para isso que as amigas servem também... Refrescar sua memória... Mantê-la no caminho dos bons...
PS. AmigOs também servem para refrescar a memória, 6a. passada eu estava na mesa comentando que os dois menores pintos da minha vida foram de moços mexicanos, mas o meu amigO lembrou na mesma hora que não é assim, um foi italiano, o outro é que é foi mexicano.
Assinar:
Postagens (Atom)